quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O que é backbone?

Graças a ele, você pode acessar a Internet.
Pouca gente sabe, mas se não fosse pelo backbone, provavelmente não teríamos acesso à Internet em nossas casas, empresas, nos shoppings e outros ambientes. Backbone significa “espinha dorsal”, e é o termo utilizado para identificar a rede principal pela qual os dados de todos os clientes da Internet passam. É a espinha dorsal da Internet.
Esta rede também é a responsável por enviar e receber dados entre as cidades brasileiras ou para países de fora. Para que a velocidade de transmissão não seja lenta, o backbone utiliza o sistema “dividir para conquistar”, pois divide a grande espinha dorsal em várias redes menores.
Explicando melhor
Quando você envia um email ou uma mensagem pelo MSN, as informações saem do seu computador, passando pela rede local para depois “desaguar” no backbone. Assim que o destino da mensagem é encontrado, a rede local recebe os dados para então repassar para o computador correto.
Para entender melhor o conceito, pense no backbone como uma grande estrada, que possui diversas entradas e saídas para outras cidades (redes menores). Nesta estrada, trafegam todos os dados enviados na Internet, que procuram pela cidade certa a fim de entregar a mensagem.No Brasil, as empresas prestadoras deste serviço são: BrasilTelecom, Telecom Italia, Telefônica, Embratel, Global Crossing e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).
Bloqueio nacional
Bloqueio nacionalVocê já deve ter ouvido falar de alguns países que bloqueiam o acesso a certos sites, como o YouTube. Como os sites, no submundo dos bits, nada mais são do que números de identificação, uma vez que esses códigos identificadores sejam bloqueados de modo que o backbone não possa enviar seu conteúdo, o país inteiro fica sem autorização para acessar as páginas.
Embora não pareça complicado, bloquear um site para que um país inteiro não tenha acesso ao seu conteúdo não é uma tarefa muito trivial. No entanto, uma vez feito, é praticamente impossível burlar a segurança.

Fonte: baixaki/info 

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Octopus - Ferramenta para controle de Incidentes

A Octopus oferece uma ferramenta de Gerenciamento de Serviço para TI (TI Service Management) que faz controle de incidentes. Fácil de usar e também tem a opção de instalar em português...


12 dicas para otimizar seus códigos PHP

É sempre útil ler algumas dicas rápidas para melhorar a sua codificação. Geralmente temos vícios que adquirimos no dia-a-dia que, sem sabermos, tornam o nosso código mais lento.
Seguem abaixo 12 dicas para melhorar o processamento dos seus códigos PHP.
1. Se um método pode ser static, declare-o como static! O desempenho aumenta 4 vezes;
2. Evite utilizar metódos mágicos como __get, __set e __autoload, se possível;
3. require_once() é dispensável e demanda bastante memória;
4. Use caminhos completos (full path) nos includes e requires, pois é gasto menos tempo resolvendo os caminhos do sistema operacional;
5. Se você quer descobrir o tempo em que o script começou a ser executado, é preferível utilizar $_SERVER[´REQUEST_TIME´] do que time();
6. Veja se pode utilizar strncasecmp, strpbrk e stripos ao invés de regex;
7. str_replace é mais rápido que preg_replace, mas strtr é 4 vezes mais rápido que str_replace;
8. Se uma função, como de substituição de strings, aceitar tanto arrays como caracteres simples como argumentos, e se a sua lista de argumentos não é muito longa, considere fazer algumas declarações redundantes de substituição, passando um caractere por vez, ao invés de uma linha de código que aceita arrays como argumentos de busca e substituição;
9. Supressão de erro com @ é muito lento;
10. $row[´id´] é 7 vezes mais rápido que $row[id];
11. Mensagens de erro demandam mais processamento;
12. Não utilize funções dentro de loops, como por exemplo: for ($x=0; $x < count($array); $x). A função count() é chamada todas as vezes que o loop é executado.;


Fonte: http://www.moskalyuk.com/blog/php-optimization-tips/1272

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Os 10 países mais ricos do mundo

O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer seja, países, estados, cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade econômica de uma região.
Na contagem do PIB, considera-se apenas bens e serviços finais, excluindo da conta todos os bens de consumo de intermediário (insumos). Isso é feito com o intuito de evitar o problema da dupla contagem, quando valores gerados na cadeia de produção aparecem contados duas vezes na soma do PIB.


1- Estados Unidos
$ 14,580,000,000,000

2- China
$ 7,800,000,000,000

3- Japão
$ 4,487,000,000,000

4- India
$ 3,319,000,000,000

5- Alemanha
$ 2,863,000,000,000

6- Reino Unido
$ 2,281,000,000,000

7- Rússia
$ 2,225,000,000,000

8- França
$ 2,097,000,000,000

9- Brasil
$ 2,030,000,000,000

10- Itália
$ 1,801,000,000,000

Fonte: Agora Vai

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O que é outsourcing?

Existem tantas definições para outsourcing quanto existem maneiras de desvirtuá-lo. Mas, basicamente, outsourcing nada mais é do que delegar serviços a terceiros. Em tecnologia da informação, outsourcing pode incluir qualquer coisa desde terceirizar todo o gerenciamento de TI para uma IBM ou EDS a terceirizar um serviço muito pequeno e facilmente definido, como disaster recovery ou armazenamento de dados.
O termo outsourcing é usado alternadamente (e incorretamente) com offshoring, em geral por pessoas em discussões acaloradas. Na realidade, offshoring (mais precisamente, offshore outsourcing) é um pequeno mas importante subconjunto do outsourcing, pelo qual uma empresa terceiriza serviços para outra empresa em outro país, visando principalmente beneficiar-se de mão-de-obra mais barata. 

Trata-se de uma situação política delicada porque, ao contrário do outsourcing doméstico, em que os funcionários costumam ter a oportunidade de se transferir para o outsourcer, conservando seus empregos, o offshore outsourcing apresenta maior probabilidade de resultar em demissões.

Fonte: cio.uol

Os riscos que o gestor de tecnologia corre ao cortar custos


Especialista defende que se a TI não comprovar que ela pode trazer receitas para o negócio, as companhias tendem a terceirizar as atividades que eram realizadas por essa equipe, com o intuito de economizar recursos


No ambiente corporativo é comum ouvir histórias de gestores de recursos humanos que lideram políticas globais de redução de custos e de pessoal e, depois de terminada a missão, são desligados da companhia. De acordo com o CIO da consultoria norte-americana Center for Systems Innovation - especializada em inovação -, Michael Hugos, existe uma forte tendência de os líderes de TI terem o mesmo destino frustrante desses profissionais de RH.
A lógica disso, segundo ele, é a seguinte: quando a empresa trabalha para reduzir ao máximo suas despesas, certamente eliminará as áreas de negócios que são vistas apenas como centros de custos. “No caso do departamento de TI, essa substituição é ainda mais simples, na medida em que grandes provedores de serviços terceirizados estão disponíveis para assumir as funções que, até então, eram realizadas internamente", explica Hugos.
Autor dos livros “Business Agility” e “The Gratest Innovation since The Assembly Line” (ambos sem versão em português), ele defende que, nesse contexto, a única opção efetivamente válida para os CIOs que desejam manter o emprego é coordenar o processo de transformação do departamento de centro de custos para gerador de lucros.
Para o executivo, posicionar-se e agir como a área que desenvolve produtos e serviços de alto valor agregado, com o objetivo de satisfazer clientes externos e internos representa a melhor saída para a TI. Nesse sentido, ele defende que o CIO trabalhe em conjunto com a área de vendas para transformar as inovações tecnológicas em algo factível e atraente aos usuários.
Se os gestores de tecnologia querem garantir seus futuros nas organizações, o especialista aconselha que firmem parcerias com as áreas comerciais e entendam profundamente o ciclo de vendas da empresa. “Assim, é possível que compartilhem informações e, até mesmo, dicas com os vendedores”, assinala Hugos, lembrando que só assim a TI vai conseguir desenvolver e vender soluções que tragam algum valor real aos usuários.
Fonte: cio.uol

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Preços do Windows 7

Particularmente eu prefero o Ubuntu, mas vamos lá.
A Microsoft liberou na noite de hoje os preços sugeridos para o Windows 7, que será lançado no próximo dia 22. Os valores informados são da versão completa a ser vendida no varejo. E o mais barato é o Home Basic, a ser comercializado por R$ 329,00.
Essa versão é indicada para PCs de mercados emergentes com acesso à internet e recursos básicos de produtividade. A versão Home Premium é indicada como padrão para o consumidor final com novo hardware e maiores recursos de conectividade e será vendida por R$ 399,00.
Com foco em pequenas e médias empresas, o Windows 7 Professional traz mais recursos de conectividade e segurança/backup e vai custar R$ 629,00. A versão mais cara do 7 é a Ultimate, que sairá por R$ 669,00, voltada a entusiastas de tecnologia.


Duas versões do Windows 7, entretanto, não serão vendidas no varejo: Starter Edition, que virá instalada em netbooks, e a Enterprise, para grandes empresas (e comercializada por acordos de licenciamento).
A Microsoft informa que novos PCs comprados com Windows Vista até o lançamento do 7 terão atualização gratuita para os seguintes fabricantes: Dell, HP, Itautec, Intelbras, LG, Megaware, Positivo, Asus e Microboard.
Mais informações estão disponíveis no site da Microsoft sobre atualizações, no atalho http://tinyurl.com/m3ceoj.